• Procurava por água, mas encontrou o grande amor de sua vida. Morreu de sede.

  • Queria escrever um livro que chocasse seus leitores. Escreveu sua biografia.
  • Costurou uma risada em seu coração. Gargalhava a cada palpitar.
  • Amei como jamais havia amado. Nunca havia amado.
  • Por falta de criatividade, escreveu um micro-conto.
  • O suicida pulou do topo do décimo andar. Na metade do caminho, se arrependeu. Apertou rewind, voltou ao topo e foi ser feliz.
  • – O que este conto precisa para ser um micro-conto? / – Bom, não precisa ter pé nem cabeça, mas é essencial ter menos de 140 caracteres. / – Putz, então já era.
  • Entupia o estômago de comida, se embriagava, xingava, badernava, bolinava estranhas, batia o carro e se desculpava: “É Natal, tempo de alegria”.

 

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