Calei-me ante silêncios de tua alma
Ventos tensos que se fazem seco ao mar
A voz da noite torpe que nos pede pra cessar
Empalhar sentimentos que jamais nos servirão
A algum propósito ou canto a ecoar.

Mas minha voz insiste te gritar:
Caminhe pela fluidez
Flua teu caminhar
Que grite teu encanto nos olhos claros
Pele tua que ressalva sonhos adornados
Raízes que me alimentam
Matizes que reinventam
Formas de dizer
Que respiro o que te amo.

Toque-me tua chama
Incendeia-me tua fama
Nosso caminhar e respirar de mãos dadas
Elos interligados em afagos
Ânsias sôfregas por sorrir
Por combinar-te com a beleza de aqui.

Capitulem silêncio e pesadelo
E deixa que teu encanto
Soem rimas em meu canto
Brindando amor ao que proponho
Zelar pelo teu sono
Eterno afago em teu sonho.
 

borda

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