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Crônicas corrosivas e gestos de amor

Writing Prompts – O Que São e Qual Seu Objetivo?

Você já ouviu falar em Writing Prompts? Trata-se de uma ferramenta para estimular a criatividade.

Não importa se você já é um escritor experiente ou um autor iniciante, os exercícios de Writing Prompts serão muito úteis para você produzir mais e melhor.

O Que São Writing Prompts?

Writing Prompts são exercícios que ajudam a estimular a criatividade dos escritores de ficção.

Funciona assim:

Você recebe um tópico, uma frase ou mesmo uma única palavra. A partir daí, você tem um tempo para escrever um texto relacionado a este tema que recebeu.

O objetivo do exercício é estimular o cérebro a criar situações para as quais não está condicionado. Ou seja, em vez de você permanecer na sua zona de conforto e escrever somente sobre tópicos com os quais está inspirado, os Writing Prompts desafiam sua criatividade.

Vamos fazer este exercício na prática? Tudo o que você precisa são apenas 5 minutos.

Exercício de Writing Prompts

Vou lhe passar um Writing Prompt em forma de frase. O que você vai fazer será o seguinte:

  1. Leia a frase que postarei logo abaixo. Ela será a primeira frase do seu texto literário.
  2. Assim que você ler a frase, comece a marcar 5 minutos no relógio. Você pode até pensar um pouco antes de começar a escrever. No entanto, assim que ler a frase do Writing Prompt, os 5 minutos começam.
  3. Escreva até que estejam finalizados os 5 minutos.
  4. Quando terminar, publique seu texto na seção de comentários logo abaixo.

Se precisar de ajuda com um cronômetro com contagem regressiva, clique em começar a contar os 5 minutos agora.

Está pronto? Então, lá vai. A frase de Writing Prompt é a seguinte:

“Sua cabeça latejava. Ele deveria ter escutado os conselhos…”

10 Comments

  1. Aparecido tavares

    at

    Parecia que seria uma única sessão de conselhos para mães fumantes. Mas sua mente estava afetada por aquele tumor, de onde escondia esse sintomas de muitos, mas nem ela mesmo entendia a dimensão do que se passava no seu cérebro. Acreditava que era uma enxaqueca somente, mas era muito mais sério, o problema era muito Pior.
    Maria de Lurdes una mãe solteira de 22 anos sofria a um ano deste mal e tomava vários medicamentos e a dor passava momentaneamente .
    Quanto de nós as vezes tentamos esconder algo tão pequeno aos nossos olhos, mas tão desconhecido por dentro, como o de Maria.

  2. Marco

    at

    Confesso que fiquei em dúvida o quanto eu poderia duvidar das minhas próprias dúvidas, afinal já que a desconfianças eram latentes em minha cabeça, porque diabos eu deveria escutar seus conselhos questionadores, dizia o velho Otávio, ao relembrar a ultima discussão que tivera com seu filho.
    Ele não tinha sequer idade pra me dar conselhos, tampouco era ignorante suficiente pra duvidar que eu fosse capaz de usar um aparelho tão besta como um telefone celular.
    Duvido que adivinhem o fim desta história, mais o fato é que o menino tinha razão. Sou mesmo tinhoso mass preciso dar o braço a torcer, essa tal modernidade ta acabando com minha cabeça, afinal só aproxima quem ta longe e vive afastando quem ta perto, como posso não duvidar desse negócio desse gente.

  3. Agnaldo

    at

    Mas decidiu seguir seus próprios instintos. O que não esperava, era que estava errado sobre suas próprias conclusões. Agora estava diante de um abismo. O que antes era um turbilhão de dúvidas, agora se transformava em uma tempestade de verdades que ele não queria aceitar.
    Seu erro foi ter acreditado apenas em seu julgamento. Enfrentaria seu maior medo por não ter absorvido o conteúdo das pessoas que tentaram lhe advertir. Mas agora não restava mais alternativa. Assim como as águas de um rio não voltam para a nascente, o tempo não podia voltar para trás.

  4. Remy Santos

    at

    De Dona Judith, sua querida mãe, que sempre lhe falava da importância de trabalhar menos e viver um pouco mais a vida. Queria estar com seus comprimidos para dor de cabeça, mas na pressa acabou esquecendo-os na gaveta do criado-mudo, Agora era tarde para voltar, pois só lhe restavam 15 minutos para chegar à velha rodoviária do pequeno vilarejo, de onde partiria o ônibus que lhe levaria para a tão sonhada convenção anual dos Mágicos.

  5. Deni Couto

    at

    Ele não estava arrependido, estava apenas constatando que poderia ter evitado essa dor de cabeça.
    Porém, os conselhos sempre são restritivos e não deixam muitas alternativas que possam ser prazeirosas ou pelo menos, desejada.
    A dor de cabeça iria passar, enquanto que o arrependimento não duraria nem cinco minutos.
    Depois de algum tempo em reflexão, chegou a conclusão que todo prazer tem um preço, então, se sabia disso, deveria pagar exatamente o preço cobrado!
    Chegou também à conclusão de que na vida, muitas vezes, é necessário sair da caixa e ter outras alternativas.
    “Um homem decidido é um homem limitado” Kierkigaard.

  6. Silvete Escorsin

    at

    Lutava para que seus olhos se abrissem… porém nem os olhos nem os pensamentos conseguiam fazer clarear ou diminuir sua dor. A sensação de morte parecia inevitável. Nem o tempo que passa lentamente consegue explicar o que está acontecendo. Vozes ao longe parecem ignorar sua súplica para fazê-lo voltar â realidade. Ouve um pouco melhor o lamento de alguém que passa e tenta abrir a porta do carro destruído pela inconsequência. A mão salvadora lhe consola aconselhando lutar pela vida e continuar firme que o socorro logo viria. Como um réu em julgamento começa a recordar situações onde desacreditava do medo e fazia da vida pouco caso. Aventureiro, radicalmente se expunha aos mais diversos eventos catastróficos. Amado de verdade, tinha a incapacidade de ouvir aos que lhe desejavam o bem. Agora, finalmente o medo veio e lhe ensinou o quanto é precioso cada instante e como são importantes as pessoas que o cercam.

  7. Maria Helena Mota

    at

    Olá Juliano. Como vai?
    Neste momento não tenho tempo para fazer o exercício mas, logo que dê um tempinho, vou fazer. É uma maneira muito original e, provavelmente, muito produtiva para “tirar algumas ideias que jogam às escondidas” dentro da nossa mente.
    Muito bom artigo que vou rever logo que possa.
    E muito obrigada por partilhar os seus ensinamentos.
    Desejo-lhe a continuação de boa semana.

  8. Esther

    at

    Sua cabeça latejava. Ele deveria ter escutado os conselhos… Mas ao contrário disso resolveu se entregar ao que a vida lhe ofertava. Ou melhor, ao que Jen lhe mostrava. A menina era impulsiva e Cain tinha conhecimento da causa, estava a todo momento consciente do efeito e poder que ela tinha sobre ele.
    Mesmo assim, se rendeu aos encantos dela e de todas as formas buscou viver de forma intensa ao seu lado.
    Ele acreditava que após alguns anos ela poderia acha-lo tão apaixonante quanto ele a achava, mas não passava por sua cabeça não ter tempo suficiente para que isso acontecesse.
    Alguns dizem que o casal durou por tempo demais e que não esperavam tanto da natureza furtiva da menina.

  9. Rosana Meville

    at

    Marshall nunca pensou que o tempo perdido em sua juventude seria tão cruel agora após os 50. Tantos sonhos na gaveta e uma luta insana para agradar a família e os amigos durante a juventude. Essa técnica de vida certamente não funcionara. Hoje, sem o ímpeto e a disposição da juventude, a saúde já não vai bem. Abrindo a gaveta e olhando quantas ideias geniais tinha aos 20 anos, chega até a ser cruel mas tantos pensamentos ruins hoje vêm à cabeça.
    Pelo menos ajudei a meus pais com meus esforço… seria tão bom se ainda estivessem aqui.

  10. Alberto

    at

    Sua cabeça latejava. Ele deveria ter escutado os conselhos que ela lhe dava antes de embevecer a coitada com tanto álcool. Ela — a cabeça — estava disposta a ajudar. Acostumada a tirá-lo de situações delicadas que nada mais eram do que ciladas que ele próprio montava para si.
    Agora estava ali, caído na sarjeta, as calças puídas, molhadas com algo que cheirava a cerveja quente e algo mais intenso, do qual se negava a aceitar.
    Uma mulher passou do outro lado da rua, observando com desprezo sua figura. Ela estava com medo. Claro. O medo que ele mesmo sempre teve ao ver uma alma perdida jogada pela rua num domingo qualquer.
    Tentou se levantar e adquirir um mínimo de dignidade, talvez para tentar mostrar à mulher que não estava ali porque era um pária e que tudo não passava de uma triste cartada do azar. Que ela era, na realidade, Fernando, Analista de sistemas, com endereço fixo, renda própria, com um pug chamado Bernardo e uma namorada que… Lembrou de Julia nesse instante e deixou-se cair novamente sobre o papelão molhado onde jazia seu orgulho; então chorou pela primeira vez depois do fim.

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