Corrosiva

Crônicas corrosivas e gestos de amor

POEMA DE RETRATAÇÃO

Versos e poesia condensados em um breve e tímido poema de retratação

poema de retratação

A silhueta que ganha forma nas lembranças, fuligem

Cálida assim, cala-me enquanto cola-me tua cor

Teu alvor de sempre desde então para sempre aqui

Galgando minha atenção regada a sonhos e docilidade

Brincando de ser teu, ensimesmado enquanto te componho

Canções compostas com tua voz e teu sorrir

Danças reinventadas com o movimento de teus cabelos

O frio incerto sucumbindo ante cálido teu olhar renitente

Redecorando paredes do meu “eu”

De agora em diante ressoando “nós”

Ressoando um sono brando suspenso aqui e ali

Reajuntando descansos merecidos

Redesenhando tua silhueta sob o véu do céu

Enquanto canto tua alma, solo

Enquanto trago-te café-da-manhã ao colo

Deixo tua vontade me refazer conforme quis

Para um dia restaurar minha capacidade

De te fazer a mulher mais feliz.

borda

Receba Novidades

Insira seu e-mail para ser notificado sobre novas postagens da Literatura Corrosiva!

Seu e-mail (obrigatório)

1 Comment

  1. Daiana Branco

    10 maio, 2012 at 14:27

    Esse ficou lindo Ju!!!!! Amei!

Deixe uma resposta

Your email address will not be published.

*

© 2016 Corrosiva

Theme by Anders NorenUp ↑