– E aí? – E aí? – Fazendo? – Nada. – Também. – Vai sair? – Nem. Cansado pra burro. – O que fez? – Ah, sei lá. Fiz nada, não. – Então tá cansado do quê? – Sei lá. Dessa paradeira, deve ser. – Então por que não sai? – Porque tô cansado. – …
Mês: outubro 2011
Infame a solidão Em fama opressão O eco onipresente Em restos, desrestos Perene, mutila Rompe sôfrego Caindo trôpego Corta elos Os mesmos elos Que mantém livres Nossas almas.
Quando a intensidade lhe cobriu os olhos naquele novo formato, deixou-se guiar pela profusão de novos sonhos. Era uma experiência nova, uma aquisição há muito esperada, novos parágrafos acrescidos à etogenia. Por entre a tensão e a alegria de rever os contornos que lhe emudeciam os olhos, descobriu-se adepto do que um dia, já desistira …