Vida Latejante Entre Comédias e Aridez

Ainda que os vasos criem limbo em meu peito
E as formas percam vidas
Musgos dominantes em papéis de parede
Vou te amar como em textos românticos
Com a mesma pureza e leveza
Com que teu sonho trouxe vida
A este peito decadente.

Ainda que esses céus se despedacem
Ainda que os semblantes ecoem medos
Sobre ruínas de sonhos jamais vividos
Vou te amar com a mesma intensidade
Com que transformaste meus segundos
Em eterna poesia…

Vida Latejante Entre Comédias e Aridez

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