Corrosiva

Crônicas corrosivas e gestos de amor

Category: Poemas Curtos (page 1 of 2)

Poemas Curtos Românticos e versos de amor de uma alma intensa e abstrata

Poemas Curtos e RomânticosSe a poesia lhe aflora à pele, entre e fique a vontade. Como cronista, tenho os meus momentos poeta. Poemas Curtos, na maioria das vezes. Ora românticos, ora nem tanto. O romantismo me domina, mas às vezes não se percebe isso em palavras tão curtas. Talvez você esteja em melhores condições de decidir. Talvez, um julgamento mais aprimorado.

Estes são poemas e versos que nem sempre rimam, mas que acrescentam rima à minha vida. Pouca métrica, demasiado sentimentos. Apresento-lhe meus Poemas Curtos Românticos.

Além de Poemas Curtos Românticos, conheça algumas de minhas crônicas.

AMOR CAPÍTULO UM

Calei-me ante silêncios de tua alma
Ventos tensos que se fazem seco ao mar
A voz da noite torpe que nos pede pra cessar
Empalhar sentimentos que jamais nos servirão
A algum propósito ou canto a ecoar.

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POEMA E ÂNSIA PELA CIDADE

Poema sobre a busca de si mesmo na felicidade refletida em outros olhos

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BEIJO ROUBADO

Poema e alguns versos de tolo amor- Beijo Roubado

Beijo Roubado - Poemas e Poesias - Literatura Corrosiva

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POEMA DE RETRATAÇÃO

Versos e poesia condensados em um breve e tímido poema de retratação

poema de retratação

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POEMA PARA COMPASSOS

Curvilíneo, endireito-me foco teu olhar

Calo-me na imprecisão de palavras toscas

Toco e inverto céus e regras abstratas

Confeccionando novas formas de dizer “te amo”

Como se a vida refeita em pele plástica

Pudesse me esconder de frios nostálgicos

E de indecisões mal decoradas

Sacio o inexorável com tua sonoridade

Tua vontade em indivisível silêncio

Teu grito que reprime a voz da solidão

Um abismo que ganha pés e chão

Faço feito facas enfileiradas

Teso, retesado, tenso corte

Cicatriza estreito o forte coração

Cicatriza a estigmatizante ausência de tua pele

E vele a culpa num caixão embaciado

Enquanto choramos alegre e firmemente

O fim da incisão que um dia nos separou.
 

borda

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POEMA DE AMOR

Troco tuas mentiras
Por todos meus delírios
Teu trono de sujeira
Pela paz longe de ti.
A insanidade em meus olhos
É a liberdade de tuas garras
As correntes que me atam
São as mesmas que me afagam
Em uma manhã de sol
Sem tua aura doentia
Que só presenteava
Torpe asfixia.
Antevejo teus tropeços
Suprimo endereço
Regurgito as promessas
E delas me esqueço
Desce pelo ralo
Tua infame podridão
Teu ego em dejeto
Abjeto coração
Desce pelo ralo
Tua fria insanidade
Tua pele e bom bocado
Pelos ratos, rejeitados.
Guiem-te memórias
Como solos pesadelos
Já eu sigo adiante
Liberto de tuas sânies
Abscessos e icor
E te deixo estes versos e poemas
Como um belo e romântico
Poema de amor.

 

Poema de Amor

POEMA – CALA-ME

De olhos fechados, te digo
De boca fechada, te vejo
De fé, na noite bucólica
Teu olhar transeunte
Se resigna
E se apaixona pelo meu.
De olhos partidos
Te clamo, te amo, me insano
Arritmia voraz
Teu tom de voz
Um som a sós
Que me cerca
Me abraça
E me permite
Assim calar.

Poema Cala-me

(Crédito Foto: Bethany Carlson)

POEMA – BELEZA REPARTIDA

Um mergulho em seus olhos
Um retorno às minhas origens
Uma volta ao mundo
Um mundo de volta
Toda beleza repartida
Agora reunida
Num único olhar

Poema Beleza Repartida

POEMA SOBRE SIMBIOSE

Poema Sobre Simbiose

Ela lá e me sinto cá

Torpe, tolhido

A fumaça que me agride

A neblina que retarda

Uma vida desfalecida

Entre sombras do passado

Repassando horas vigílias

Execrando pobres poemas

Entre velas e eras

Paralisado, num vício de teus olhos

Restam-me ecos

Restam-lhe sonhos

O suor serpenteando seu corpo

Calejando tez e cílios

Redecorando memórias

Sob minha pele

Mas fora do alcance de minhas mãos

Apenas nos perdemos

E tanto nos perdemos

Nesta frágil simbiose.

POEMA SOBRE ECOS

Poema Sobre Ecos

Infame a solidão
Em fama opressão
O eco onipresente
Em restos, desrestos
Perene, mutila
Rompe sôfrego
Caindo trôpego
Corta elos
Os mesmos elos
Que mantém livres
Nossas almas.

Crédito Foto: Steven Bulhoes

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