Crônica Construindo Verônica

Construindo Verônica

Ela nasceu primeiramente como uma névoa, se é que pensamentos distraídos de escritores possam ser assim definidos. Não tinha um corpo, nem um rosto. Não tinha nome, nem trejeitos ou tom de voz. A primeira característica dela, emanando como um raio de sol da névoa noética do seu ator, foi seu passado: levada ainda criança, junto com os pais, para um campo de concentração nazista. Fora separada deles, e nunca mais os viu. Ponto.

E agora?

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